segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Alma ansiosa

Deitado sob o luar
Constantemente em ti a pensar
Deitado sob as estrelas
Quem me dera que pudesses ve-las

Em tudo me recordo de ti
Tudo me recorda o nosso amor
Ate hoje nunca vi
Amor que arde com tal ardor

Coisa tao linda de viver
Sentimento arrebatador
Que medo tenho de o perder

Amor que cresceu de forma curiosa
Alma agora sempre ansiosa
Que voltes de novo a falar comigo

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

saudades

Minha deusa formosa
Meu anjo deslumbrantes
Já não vejo a hora
De ver o teu semblante

Noites passadas sem descanso
Dias de tormentos vividos
Tempos em que a tua ausencia
Acabarão por me levar à demência

Demência sem cura
Arranca-me deste pesadelo
Destas horas de loucura

Deixa-me acabar com o tormento
Deixa-me ver um sorriso teu
Deixa de estar só no meu pensamento